« voltar
Data da Matéria: 28-08-2018

Organização de uma empresa gerando trabalho em cooperação econômica - Por Rosalvi Monteagudo*

Veículo: MAXPRESS Mídia: Internet

PARTE II
Para dar continuidade às sugestões do livro "Economia Solidária- Novas Regras" (livro lançado recentemente na Bienal do Livro 2018 ? 211 págs., Editora Scortecci) é necessário criar uma empresa, via software.
O assistencialismo e a solidariedade individual do neoliberalismo é que vigoram no globo, sem solucionar os problemas humanos, mas mitigando-os momentaneamente. Já na economia solidária a solução advirá da geração de trabalho, do desenvolvimento social, educação, informação, treinamento, através da descentralização do valor do know-how em beneficio da humanidade.
As mudanças são necessárias para as atualizações às necessidades mundiais vigentes. É indispensável um papel de humanização econômica e desenvolvimento social. Somente assim poder-se-á concretizar a maneira de perceber determinadas situações, que anteciparam toda a grandiosidade da cooperação econômica. Portanto, basta adequar para continuar sua ação, que necessita sofrer modificações, pois mudaram as circunstancias.
Os cooperadores/donos passam a cooperar com a geopolítica, organizando o mercado interno pela mão-de-obra, gerando trabalho e amparando a produção local, regulamentando-os.
A autonomia na organização da iempresa em seu funcionamento precisa do apoio e estímulo do Estado, fazendo uma parceria com a sociedade. Chega do governo interferir na geração de emprego e na organização da empresa; precisa cuidar da saúde e da justiça e deixar a sociedade se organizar em cooperação econômica e gerar seu trabalho.
Para se organizar uma empresa é necessário passar pelas seguintes atribuições antes de constituí-la:-
ATRIBUIÇÕES
Reunir o grupo de no mínimo de quinze e no máximo de cento e cinquenta pessoas;
Combater o gigantismo, que desintegra o social e o econômico;
Eleger uma comissão;
Estudar o mercado;
Estudar a viabilidade do negócio na área de atuação;
Elaborar um plano de trabalho, de acordo com as necessidades da comunidade;
Cadastro dos cooperadores/donos;
Levantar as necessidades, interesses e reivindicações na área de atuação local/comunitária.
Esta empresa foi criada para implementar as novas regras dos princípios cooperativistas, tanto que a educação cooperativa é baseada em seus humanos princípios. No primeiro princípio "Adesão Livre" é constituída pela seleção social e pela triagem econômica para organizar a iempresa e o cadastro dos cooperadores/donos, pretendendo ser objetiva para constituir a empresa e como organizá-la.
É preciso o apoio de um "Movimento da Cooperação " que respeita a neutralidade politica, gênero, social, racial e econômica, uma vez que o iempreendimento precisa da liberdade de escolha e fornecer-se-á a educação da " doutrina econômica da cooperação", para entrarem em "Adesão Livre ", de acordo com a especialidade. Dessa forma dar-se-á existência ao modelo social e ao modelo econômico em cooperação econômica para constituição do iempreendimento da cooperação.
A entrada no movimento da cooperação está fundamentada no princípio de "Adesão Livre", que guiará todas as funções básicas do neocooperativismo, através da educação na cooperação.
* Rosalvi Monteagudo é contista, pesquisadora, professora, bibliotecária, assistente agropecuária, funcionária pública aposentada e articulista na internet.
Mestre em Cooperativismo pelo CEDOPE/UNISINOS (São Leopoldo, RS) e autodidata, lê e estuda sobre Economia e o forte papel que exerce no social.
Sensível às necessidades brasileiras, analisa, observa atentamente e passa a refletir o saber. E preciso um reexame das regras e princípios que evoluem o terceiro Setor como meio de cooperar com os problemas socioeconômicos do país. Percebe Sua importância para a época atual e Começa a estudá-lo profundamente. Publica vários artigos. Cria o COOPSOVr, que são novas regras via software, a fim de beneficiar-se da redução do custo on-line.
Foi editora responsável do boletim informativo do ICA/SAA, São Paulo, no qual criou o espaço "Comentários; repensando o cooperativismo". Organiza cursos, conferências, estandes em feiras etc. Exerce várias atividades concomitantes, como voluntária na Pastoral da Criança, presidente- fundadora da Econsolidaria, além de constituir e participar de diversas associações. Empreendedora socioeconômica, participou ativamente de oficinas palestras do Fórum Social Mundial, de 2002a 2005.
Publicações:
Revisão das regras dos princípios coope-rativistas, 2001
Economia solidária; novas regras, 2002
Autonomia na organização da iempresa; uma sugestão para o desemprego, 2004
Sustentabilidade socioeconômica, via web-service, 2006
Administração e a contabilização/ accountability para o terceiro setor, 2007
Economia digital e sustentabilidade, 2008
Informações para a imprensa:
F&M Procultura
Telefone: 11 3263 0197
Celular: ) 94221-4475
Maria Clara ? mariaclara@procultura.com.br
« voltar